, o coach contribui para trazer benefícios concretos na vida de pessoas reais

Coach pode fazer a diferença na vida pessoal e profissional

Ter a contribuição de um profissional pode ser determinante tanto para conquistar um cargo, como para mudar a visão de mundo

“A felicidade pode ser aprendida”. Essa é apenas uma das frases ouvidas em um encontro com o tutor particular Luciano Vilaça. Não se trata de modismo nem auto-ajuda. Ter a contribuição de um coach pode ser determinante para conquistar aquele cargo almejado, como também um auxílio para mudar parâmetros de pensamento capazes de alterar a visão de mundo.

No mundo contemporâneo, o coach contribui para trazer benefícios concretos na vida de pessoas reais.“A psicodinâmica, a antropologia, as psicologias e as neurociências podem nos oferecer caminhos bastante confiáveis para o coaching”, acredita Luciano Vilaça, que atua há mais de 25 anos na área como especialista em desenvolvimento humano, liderança e formação de times de alta performance.

A coach Gabriela Didier, com experiência na área e uma das pioneiras a oferecer o serviço no Recife, afirma que com dez a 15 sessões é possível alcançar bons resultados e um planejamento de vida. “Trabalhamos com racionalidade os objetivos micro e macro, além de competências que a pessoa precisa adquirir para atingir as metas para um período de cinco a dez anos, por exemplo.”

Coaching nada mais é que trabalhar um processo de aprendizagem em busca do crescimento e da mudança.“A tarefa primordial do processo de coaching é ajudar os participantes a gerirem melhor a vida e construir a felicidade. Encontrar valores, objetivos, propósito de vida e o ponto ótimo de funcionamento”, enumera Luciano.

Atuação – o Coaching é dividido em três áreas:

  • Business coach – o tutor lida com os sócios e se volta a um negócio;
  • Coach executivo – o coach é contratado por uma empresa para cuidar de um executivo;
  • Coach pessoal– atua na vida pessoal, carreira, esportes, emagrecimento.

Apesar de tantos aspectos e do aumento na procura pelo serviço, ele ainda não é uma atividade profissional regulamentada no Brasil. “É preciso analisar a formação, a experiência, as virtudes, ouvir o feedback de outras pessoas, afinal de contas, a pessoa estará entregando a sua mente ao tutor” _Gabriela Didier, coach

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